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O Som das Letras nasceu para partilhar a minha grande paixão pelos livros. Apesar de já se ter tornado um blog para reflexões pessoais, o fundamento da sua existência é o gosto pela literatura.
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Hoje, no dia em que o 44 Presidente dos Estados Unidos da America tomou posse, eu estive em solo americano.
Apesar de ter sido apenas por poucas horas, depois de ter estado 1 hora "presa" na fronteira; apesar de ter sido num estado diferente ao que Obama estava, eu participei na historia estando em solo americano.
A reportagem fotografica de toda a minha viagem estara pronta a partir de 26 de Janeiro.
Peco desculpa pela falta de acentuacao e de outros caracteres que estao em falta num teclado norte-americano.
in, www.time.com
"Se ainda há alguém que duvida que a América é o lugar onde todas as coisas são possíveis, que questiona se o sonho dos nossos fundadores ainda está vivo, que duvida no no poder da nossa democracia, teve esta noite a sua resposta (...) Há muito que se anuncia, mas hoje, por causa do que fizemos esta noite, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança está a chegar à América.
(...)
Esta eleição contou com muitas histórias que se irão contar durante várias gerações. Mas aquela que eu hoje trago comigo é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões que aguardavam vez para que a sua voz fosse ouvida nesta eleição, à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
(...)
Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura; numa altura em que não havia carros nas estradas, nem aviões no céu; em que alguém como ela não podia votar por duas razões - porque ela era mulher e por causa da cor da sua pele.
(...)
E hoje, penso em tudo aquilo que lea viu ao longo do seu século de idade na América - as dores de cabeça e a esperança; a luta e o progresso; os tempos em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que empurraram o credo adiante: YES, WE CAN.
(...)
Quando havia desespero (...) e a depressão em todo o país, ela viu uma nação conquistada pelo medo, com um New Deal, novos trabalhos, uma nova sensação de objectivo comum. YES, WE CAN.
(...)
Quando as bombas caíam no porto [Pear Arbor] e a tirania ameaçou o mundo, ela era testemunha de uma geração que emergia à grandeza e de uma democracia era salva. YES, WE CAN.
(...)
Ela esteve lá para os autocarros de Montgomery, para as mangueiras em Birmingham, a ponte em Selma, e para um pregador de Atlanta que disse às pessoas que elas conseguiriam triunfar. YES, WE CAN.
(...)
Um homem tocou na lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação. YES, WE CAN.
(...)
E este ano, nesta eleição, ela tocou com o dedo no ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos de América, ao longo das melhores horas e das horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar. YES, WE CAN.
(...)
América, fizémos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há tanta coisa a fazer. Por isso, esta noite, vamos perguntar a nós próprios - se as nossas crianças viveram para ver o próximo século; se as minhas filhas tiverem a sorte de viverem tanto como a Ann Nixon Cooper, que mudança é que vão ver? Que progresso teremos nós feito?
(..)
Esta é a nossa oportunidade de responder a essa pergunta. Este é o nosso momento. Este é o nosso tempo.
YES, WE CAN
A mais longa e emociante campanha eleitoral para a Presidência dos Estados Unidos terminou hoje com a abertura das urnas de onde será eleito o 44.º mandatário do país.
Sou um antigo amigo da carol o picoence perdi o co...
Olá.É verdade. Os Açores são de uma magia única. S...
É realmente fabuloso..só quem nunca esteve nas mág...
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